Para quem busca explorar além dos limites da cidade, diversas galerias de arte contemporânea podem ser encontradas nos bairros mais movimentados. O Brooklyn, por exemplo, abriga uma das maiores comunidades artísticas do mundo. Da Clearing Gallery em Bushwick, passando pela Boiler e Pierogi Gallery em Williamsburg, até o Brooklyn Art Space, as oportunidades são inúmeras.
Fundado em 1823, o Museu do Brooklyn talvez seja o reflexo mais famoso da diversidade do bairro, mesclando perspectivas contemporâneas e históricas em um acervo de 500 mil peças que abrange diversas disciplinas. O terceiro andar, por exemplo, abriga uma das melhores coleções de arte egípcia do mundo, datada de 3500 a.C. O ambiente do museu, um magnífico edifício Beaux-Arts projetado por McKim, Mead & White, é igualmente inspirador, cercado por uma praça ajardinada que contrasta com a estética industrial do Brooklyn.
Um pouco mais perto de Manhattan, o bairro artístico de Chelsea também oferece uma imersão profunda na cena da arte contemporânea da cidade. Aqui, é possível passar dias passeando por galerias, incluindo nomes como Pace, Gagosian e Hauser & Wirth, que exibem obras de artistas consagrados e emergentes. Outras atrações renomadas, como a High Line – um parque construído sobre uma antiga linha férrea de carga abandonada – e a Feira de Chelsea, também oferecem uma experiência cultural enriquecedora nas proximidades, permitindo uma exploração multifacetada do bairro.
Em outros lugares, o distrito das galerias do Lower East Side, capitaneado pelo New Museum, atende àqueles que apreciam arte mais vanguardista ou emergente, com espaços dinâmicos instalados em antigas fachadas de lojas, sótãos e armazéns. Saindo do Aman New York, um historiador de arte experiente pode organizar passeios de um dia inteiro ou meio dia por um ou mais desses bairros, apresentando galerias de arte conceituadas e selecionando obras de acordo com as preferências individuais.
Depois de um dia de imersão na alma artística da cidade, o Aman New York oferece um refúgio tranquilo da energia cinética da metrópole. No coração da cidade, mas ao mesmo tempo distanciado, o hotel serve como porta de entrada para a cena cultural de Midtown, onde os dias se transformam em exploração local e as noites são desfrutadas no conforto do centro de bem-estar de três andares ou dando continuidade à jornada de descobertas em um ambiente sereno e privativo.